Cases Bombas Anfíbias

Saneamento | AGESPISA Parnaíba/PI

A HIGRA forneceu três Bombas Anfíbias, modelo M1-410-400B, sendo que duas delas se encontram instaladas em uma reserva fria. Estes equipamentos foram instalados em módulos flutuantes independentes. Ou seja, durante a instalação as bombas foram inseridas nos flutuantes na posição horizontal, o que diminui consideravelmente a altura necessária de lâmina d’água para a instalação. Contudo, este processo permite que, assim que os flutuantes são inseridos na água, as bombas possam ser reposicionadas na posição vertical. Dessa forma, em sistemas instalados em barragens de acumulação de água, é possível trabalhar com aproveitamento máximo do volume acumulado, reduzindo e/ou extinguindo o volume morto.

Por se tratar de uma área que sofre influência da variação da altura das marés, os flutuantes foram interligados ao barrilete por meio de mangotes flexíveis DN 600mm, que permitem o acompanhamento da variação do nível do rio pelos flutuantes. Os mangotes flexíveis foram instalados sobre flutuantes auxiliares.

O volume recalcado pelas Bombas Anfíbias é direcionado para o barrilete principal DN 1000mm, que, por sua vez, é interligado à adutora Fofo DN 900mm.

  • Mercado: Saneamento
  • Região: PI

Soluções:

  • Alta eficiência hidroenergética, com até 30% de redução no consumo de energia
  • Baixíssimo custo com obras civis devido à facilidade de instalação
  • Melhor rendimento garantido por software de última geração
  • Menor índice de manutenção com grande vida útil do equipamento
  • Montagem e instalação simplificada.

As soluções encontradas pela HIGRA frente aos desafios apresentados foram a opção de máxima mecanização possível para as etapas de escavação, assentamento de tubulação e reaterro, reduzindo assim o período de execução da obra, bem como análise preliminar dos dispositivos necessários para a interligação da adutora de água bruta à ETA IV. Sendo assim, foi possível realizar a manobra e interligação dentro do tempo disponível para parada, sem comprometer de forma grave o abastecimento da cidade.

Originalmente, o projeto para a captação de água no Rio Parnaíba, apresentado pela Agespisa, contava com a execução de um foço de captação, com mais de 12 metros de profundidade, alimentado por um duto DN 1000mm, responsável pela comunicação e foço de sucção do rio. Durante a execução da obra por outra contratada que NÃO a HIGRA, constatou-se a inviabilidade de execução do projeto. Sendo assim, a Agespisa solicitou à HIGRA um projeto para resolução da problemática em questão, bem como apresentou um orçamento restrito e um curto prazo para execução.

Quanto à adutora, os desafios foram relacionados ao prazo para execução: 90 dias. Tempo este estabelecido por se tratar de região litorânea com regime de captação e tratamento de água em linha, o que acaba por dificultar as manobras de interligação da adutora à Estação de Tratamento de Água (ETA), haja vista que a mesma é a única opção de fornecimento de água tratada para a cidade de Parnaíba e região litorânea. 

A nova captação aumentou a capacidade do sistema (de 600l/s para 1000l/s) otimizando a oferta do produto final para a população da cidade de Parnaíba. Hoje, o sistema de captação, recalque de água bruta e o tratamento e distribuição de água tratada foi ampliado de 600l/s para 1 mil l/s.

Quanto à montagem de adutora de Ferro Fundido (interligando a Captação Flutuante Agespisa à Estação de Tratamento de Água IV), a obra teve como finalidade a ampliação do volume captado de água, melhorando a oferta de água bruta para tratamento pela ETA IV e proporcionando consequente melhoria no abastecimento de água tratada para a cidade de Parnaíba.

O valor investido no trabalho de captação foi de R$ 1,9 milhão. Quanto à execução da instalação da adutora de água bruta, o investimento foi de aproximadamente de R$ 1,250 milhão.

Em se tratando da captação de água no Rio Parnaíba, a HIGRA tinha tempo e orçamento restritos. Contudo, a engenharia da empresa apresentou como solução a instalação de duas bombas, com vazão de 1000l/s cada, instaladas em flutuantes e interligadas a um barrilete de Aço Carbono DN 1000mm. O prazo estipulado para a entrega do sistema foi de 60 dias, a contar da data de assinatura do contrato. A obra foi executada em 28, com mais 15 dias para reforma da casa de bombas existentes. Reforma essa que foi custeada pela Higra.

Quanto à adutora, os desafios foram relacionados ao prazo para execução: 90 dias. Tempo este estabelecido por se tratar de região litorânea com regime de captação e tratamento de água em linha, o que acaba por dificultar as manobras de interligação da adutora à Estação de Tratamento de Água (ETA), haja vista que a mesma é a única opção de fornecimento de água tratada para a cidade de Parnaíba e região litorânea.